sábado, 28 de agosto de 2010

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Poesia de Intervalo

Se eu maldissesse todo o azar da minha vida
que justiça seria essa com as minhas mais queridas lembranças?
Cada ramo dessa flor que é tristeza
amassada, vira erva,
que tempera a prosperança.
Quão gostosa é a fatia
a quem reparte irrelevância.