Eu acho que alguma coisa realmente transbordou se estou escrevendo no meu blog. É sempre um prazer, mas também chega a ser um pouco sagrado... Sempre que eu aperto essas teclas, neste espaço, é porque o coração quer falar alguma coisa. Hoje, não podia deixar de ser pra menos.
A Teoria do Pedaço Perfeito é uma coisa que eu venho pensando a algum tempo e que me ajuda a conformar dois lados importantes da minha vida: o romântico, e o realista. Sabe, para quem gosta de se colocar sob os holofotes como eu e brincar, teatralizar as coisas, mas não simplesmente levando tudo pr´um patamar em que não se leve as coisas a sério [somente, dando uma intensidade diferente pra elas. É, intensidade], num plano assim, meu, o que eu faço é a minha mímica do mundo legal.
Afinal, se tudo aquilo que você anuncia alto com os pulmões a toda voltam pra você, nada mais justo calibrar as suas frases. O problema é que nem sempre as respostas que eu tenho condizem com esse mundo em que eu vivo. E isso é simplesmente desesperançoso. O que eu faço? Dou o braço a torcer? mudo? me adapto? Quase aí.
Mudar é o que vai acontecer pro bem ou pro mal, mas é impossível de se evitar. A gente se transforma pra se defender perdendo uma das coisas mais bonitas do mundo que se chama inocência, o poder sublime de ser simples, descomplicados e honestos. O que nós mantemos em nós mesmos de inocência, é o quanto nos podemos nos deixar guardar já que temos com quem dividir essa parcela da tarefa de sobreviver. Apoiado por sua família, por bons amigos e bons professores, quem se importe com você, nós podemos nos permitir guardar um pouco de inocência. Já pra quem leva a surra da vida sozinho, a realidade vai junto à comida, se é que tem comida, com o gosto de asco, desmanchando o otimismo e tirando algo que eu acho que é fundamental pra todo mundo -a boa esperança. A vida sem expectativas de dias melhores não tem sentido, tem?
Só que a realidade bruta não é ruim... Eu não gosto de colocar as coisas sempre nesses parâmetros "bom" e "ruim". Ela é, desafiadora. E quando o que pesa é cuidar dos outros, ela é fundamental. Mas o que pesa mais, em tudo, finalmente, é equilíbrio, e se ter apenas sonhos sem o menor fundamento com verdade é o mesmo que fugir então simplesmente viver sem ter coragem de ousar, de ser criativo, de tentar coisas novas é tanto escapismo quanto.
E cuidado da minha verve que vê sol as vezes num sorriso, eu criei a Teoria do Pedaço Perfeito equilibrando o que eu tenho de romântico e nunca irei abdicar, com as verdades que vêm enquanto a gente quebra a cara. Senão, Ei-la:
Supondo que o que nós entendemos por coração não seja aquele músculo bombeando sangue, mas uma coisa fora do corpo e invisível. Um sentimento, mas ainda algo concreto a ponto de poder ser lapidado. A amizade entre uma turma de amigos gera uma espécie de coração que pertence não a cada um deles, mas somente a todos, juntos. E a medida que a amizade vai mudando, esse coração vai mudando também. Quem sabe ficando desgastado? Quem sabe ficando maior?
Quando se ama, namora, se procura atirar-se desse precipício que é os relacionamentos e tentar voar, você também tem um coração que é lapidado a medida que você se envolve com alguém. E se não dá certo, aquilo muda você e molda esse coração. E cada outra vez, aquela relação que passou vai lixando esse coração até que com o tempo a forma dele vai mudando. E isso é importante porque um dia, uma hora, você encontra alguém que vem trazendo esse outro coração que, por todas as suas próprias experiências alcançou um formato que quando colocado junto ao seu, eles se completam. Harmonizam-se. Então não existe essa coisa de amor a primeira vista ou de pessoas que não se dão uma com a outra, mas existe o tempo, e como ele influenciou no amadurecimento de duas pessoas -na dose necessária para duas vidas se completarem.
É a minha visão bonita das coisas explicando um pouco da maldade do mundo... Porque na verdade, esse processo não para, e alguma hora, dois corações que se completavam podem não mais se completar. Vai saber. Mas eu sinto o cheiro das coisas com o nariz que eu tenho, o gosto com a minha língua e enxergo as coisas tão longe quanto os meus olhos deixam... Então com o coração que eu carrego, eu só posso pensar que a Teoria do Pedaço Perfeito é, rs, perfeita...e o que resta, é o desafio implorando por impulsividade em resolver esse enigma que é o de duas pessoas aprenderem a se desenvolver como uma só. Nada impossível...
...porque nessa vida, nada é impossível.
A Teoria do Pedaço Perfeito é uma coisa que eu venho pensando a algum tempo e que me ajuda a conformar dois lados importantes da minha vida: o romântico, e o realista. Sabe, para quem gosta de se colocar sob os holofotes como eu e brincar, teatralizar as coisas, mas não simplesmente levando tudo pr´um patamar em que não se leve as coisas a sério [somente, dando uma intensidade diferente pra elas. É, intensidade], num plano assim, meu, o que eu faço é a minha mímica do mundo legal.
Afinal, se tudo aquilo que você anuncia alto com os pulmões a toda voltam pra você, nada mais justo calibrar as suas frases. O problema é que nem sempre as respostas que eu tenho condizem com esse mundo em que eu vivo. E isso é simplesmente desesperançoso. O que eu faço? Dou o braço a torcer? mudo? me adapto? Quase aí.
Mudar é o que vai acontecer pro bem ou pro mal, mas é impossível de se evitar. A gente se transforma pra se defender perdendo uma das coisas mais bonitas do mundo que se chama inocência, o poder sublime de ser simples, descomplicados e honestos. O que nós mantemos em nós mesmos de inocência, é o quanto nos podemos nos deixar guardar já que temos com quem dividir essa parcela da tarefa de sobreviver. Apoiado por sua família, por bons amigos e bons professores, quem se importe com você, nós podemos nos permitir guardar um pouco de inocência. Já pra quem leva a surra da vida sozinho, a realidade vai junto à comida, se é que tem comida, com o gosto de asco, desmanchando o otimismo e tirando algo que eu acho que é fundamental pra todo mundo -a boa esperança. A vida sem expectativas de dias melhores não tem sentido, tem?
Só que a realidade bruta não é ruim... Eu não gosto de colocar as coisas sempre nesses parâmetros "bom" e "ruim". Ela é, desafiadora. E quando o que pesa é cuidar dos outros, ela é fundamental. Mas o que pesa mais, em tudo, finalmente, é equilíbrio, e se ter apenas sonhos sem o menor fundamento com verdade é o mesmo que fugir então simplesmente viver sem ter coragem de ousar, de ser criativo, de tentar coisas novas é tanto escapismo quanto.
E cuidado da minha verve que vê sol as vezes num sorriso, eu criei a Teoria do Pedaço Perfeito equilibrando o que eu tenho de romântico e nunca irei abdicar, com as verdades que vêm enquanto a gente quebra a cara. Senão, Ei-la:
Supondo que o que nós entendemos por coração não seja aquele músculo bombeando sangue, mas uma coisa fora do corpo e invisível. Um sentimento, mas ainda algo concreto a ponto de poder ser lapidado. A amizade entre uma turma de amigos gera uma espécie de coração que pertence não a cada um deles, mas somente a todos, juntos. E a medida que a amizade vai mudando, esse coração vai mudando também. Quem sabe ficando desgastado? Quem sabe ficando maior?
Quando se ama, namora, se procura atirar-se desse precipício que é os relacionamentos e tentar voar, você também tem um coração que é lapidado a medida que você se envolve com alguém. E se não dá certo, aquilo muda você e molda esse coração. E cada outra vez, aquela relação que passou vai lixando esse coração até que com o tempo a forma dele vai mudando. E isso é importante porque um dia, uma hora, você encontra alguém que vem trazendo esse outro coração que, por todas as suas próprias experiências alcançou um formato que quando colocado junto ao seu, eles se completam. Harmonizam-se. Então não existe essa coisa de amor a primeira vista ou de pessoas que não se dão uma com a outra, mas existe o tempo, e como ele influenciou no amadurecimento de duas pessoas -na dose necessária para duas vidas se completarem.
É a minha visão bonita das coisas explicando um pouco da maldade do mundo... Porque na verdade, esse processo não para, e alguma hora, dois corações que se completavam podem não mais se completar. Vai saber. Mas eu sinto o cheiro das coisas com o nariz que eu tenho, o gosto com a minha língua e enxergo as coisas tão longe quanto os meus olhos deixam... Então com o coração que eu carrego, eu só posso pensar que a Teoria do Pedaço Perfeito é, rs, perfeita...e o que resta, é o desafio implorando por impulsividade em resolver esse enigma que é o de duas pessoas aprenderem a se desenvolver como uma só. Nada impossível...
...porque nessa vida, nada é impossível.
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